6/15/2017

ELEIÇÕES



Dia 29 de junho haverá eleição no SINJOR-PA




O Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) informa que a eleição da nova Diretoria Executiva para o triênio 2017/2020 será realizada no dia 29 de junho com urnas fixas e itinerantes, cujos horários de funcionamento serão divulgados posteriormente.
Para votar os filiados precisam estar em dia com as mensalidades sindicais e o prazo para regularização se encerra, nesta quarta-feira, 14 de junho. Negocie seu débito e fique apto para votar.
Os sindicalizados aposentados e desempregados têm direito de votar, porém os desempregados têm que apresentar um requerimento e a carteira de trabalho na Secretaria do Sindicato para tornarem-se aptos a votar.
Apenas uma chapa se inscreveu para concorrer à Diretoria Executiva. Denominada de “Sou Mais Sinjor: por uma Categoria Unida”, a chapa é encabeçada pela jornalista Sheila Faro, que já foi presidente do Sinjor-PA por duas vezes; e o candidato a vice-presidente é o jornalista Felipe Gillet.
Os demais componentes da chapa são os seguintes Enize Vidigal (Secretária Geral), Dilson Pimentel (1º Tesoureiro), Heloá Canali (2º Tesoureiro), Christina Hayne (Secretária de Interior), Tarso Sarraf (Secretário de Mobilização e Formação Sindical), Ricardo Amanajás (Secretário de Sindicalização, Registro e Fiscalização do Exercício Profissional), Diego Feitosa, Tayna Marquioro e Cleverson Amaro (Suplentes da Diretoria Executiva) e Eliete Ramos e Lourdinha Bezerra (Delegadas junto ao Conselho de Representantes da Fenaj).
Os candidatos à Diretoria Regional do Tapajós são Joab Ferreira, Ailanda Ferreira e Alciane Ayres. Para o Conselho Fiscal concorrem Isa Arnour, Alex Ribeiro e Karla Soares.
E os candidatos à Comissão de Ética e Liberdade de Expressão são: Emanuel Vilaça, Nilton Guedes, Benigna Soares, Denis Cavalcante, João Georgios Ninos, Rômulo Gomes e Fúvio Maurício.
Os eleitores têm que escolher três nomes para o Conselho Fiscal e cinco nomes para a Comissão de Ética e Liberdade de Expressão.
Somente os eleitores da região do Tapajós votarão nos candidatos à Diretoria Regional do Tapajós.
Informações: (91) 3349-8552/98814-3050. A sede do Sinjor-PA fica na Rua Diogo Móia 986 entre 14 de março e Alcindo Cacela

 

6/13/2017

CRÔNICA DE SAMPA



PRA QUE TE QUERO VERDE




R

ecentemente vi uma reportagem, que o bairro do Brás aqui em Sampa, tem pouquíssima área VERDE, inclusive a sua temperatura chega a ser de 10 a 12 graus superior a outros bairros bem arborizados. A prefeitura promete plantar um milhão de árvores, até o fim deste mandato, nos bairros mais áridos aqui da capital. 
Espero que as empresas privadas também colaborem para tal, ouvi também que foram plantados milhares de árvores em um grande terreno do Brás, onde será construído um conjunto de prédios, inclusive com árvores frutíferas, e hoje atraí centenas de pássaros para o tal espaço, e com certeza serão campeões de vendas, além de favorecer a saúde dos moradores
Eu posso dizer que fomos privilegiados, pois há 37 anos atrás compramos o apartamento onde moramos, e o que nos chamou mais a atenção foi a área verde deste prédio, tinha um bom espaço pra crianças brincarem, algumas árvores, tipo mangueiras, palmeiras e ameixeiras.
Quase todas foram preservadas, com uma dor no coração assistimos ao tombamento de uma árvore gigantesca, que já estava comprometida, correndo risco de um acidente mais grave. No prédio vizinho, um imenso galho caiu em cima do muro, atingindo um carro que estava estacionado, mas graças a Deus ninguém se feriu.
Apesar destes riscos, não existe nada mais gratificante do que você acordar cedo em plena capital, considerada uma selva de pedra, ouvindo os pássaros cantar próximo a sua janela, isto realmente não tem preço, além do nosso prédio ser pintado de verde, para enaltecer ainda mais a natureza
Só faltava agora eu dizer que também torço pro verdão, mas essa vou ficar devendo, pois sou tricolor desde garotinho.

Fui!

·     Grato aos remistas aí de Belém, leitores da coluna.



Prédio


Prédio1

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Ricardo Uchôa Rodrigues


SOLIDARIEDADE





O Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará se solidariza com o radialista  Wanderley Mota, que, na última quarta-feira (07), sofreu ameaça de morte em razão do exercício da profissão, no município de Curionópolis, na região Sudeste do Pará.
O Sinjor-PA repudia toda e qualquer ameaça à liberdade de imprensa e ao exercício das profissões da comunicação e, principalmente, repugna toda e qualquer forma de ameaça à vida.
Com o mesmo ímpeto, o Sinjor-PA defende a ética na profissão e o uso responsável dos veículos de comunicação para o fim exclusivo de possibilitar o acesso à informação garantido em lei.
Eventuais discordâncias sobre o conteúdo divulgado, inclusive para obtenção de direito de resposta, devem ser tratados na via judicial, nos termos da legislação vigente.
Por fim, o Sinjor-PA orienta os profissionais que sofrerem violência no exercício profissional que, imediatamente, registrem um boletim de ocorrência para que possam ser cobradas providências das autoridades policiais e os responsáveis possam ser identificados e punidos.
SINDICATO DOS JORNALISTAS NO ESTADO DO PARÁ – SINJOR-PA


6/02/2017

CRÔNICA DE SAMPA


PRA SER FELIZ




M
esmo que você goste muito do seu trabalho, eu acredito que podemos fazer algo em paralelo que nos dê prazer. Hoje sou um engenheiro aposentado, mas ainda trabalho para complementar a minha renda, mas paralelamente jogo um futebolzinho de fim de semana, toco um violão e canto em algumas oportunidades, mas nada profissional, inclusive  agora entrei numa de escrever um pouco, mesmo não sendo jornalista, sem fins lucrativos, é claro.
             
Meus três filhos também, além de exercerem as suas respectivas profissões também tem outras atividades, e modéstia parte o fazem muito bem.
             
Meu filho mais velho, hoje mora em Londrina, é Designer multimídia, mas toca baixo em uma banda de rock, que foi formada entre os funcionários da própria empresa, começaram ensaiar para uma apresentação no fim do ano e voltaram a se apresentar recentemente eu outro evento da firma. Além do baixo, ainda toca violão, bateria e está tendo atualmente aulas de teclados.

O filho do meio é bancário, mas também é apaixonado por futebol, tem formação em Educação Física e joga na seleção do banco, representando o Estado de  São Paulo, em campeonato entre vários estados do Brasil, inclusive já fiz uma crônica anteriormente relatando essas paradas.

O meu caçula, é engenheiro ambiental, trabalha na região de Presidente Prudente, e em alguns fins de semana tem atuado como DJ, conhecido na região como DJ Vetera. Sendo muito requisitado, estando hoje com a agenda cheia. 
O importante é ser feliz, fazendo aquilo que gosta, para não termos frustrações no futuro.              

Praticar esportes, tocar um instrumento, cantar, dançar, cultivar orquídeas e muitas outras atividades, desde que você tenha prazer em fazê-las. 

Estamos juntos!

Segue o jogo. 

Ah, sim, um abraço desde a Paulicéia, para os remistas aí de Belém.


Fabio e banda


  Santo Amaro, Vice Campeão



Dj Vetera.


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Ricardo Uchôa Rodrigues

APRESENTAÇÃO



Documentário da TV Cultura é exibido em Belém 

A noite desta quinta-feira/1, na Livraria Fox, em Belém, foi de muito bate-papo em torno da leitura, tema do novo documentário da TV Cultura do Pará. O "Ler de Paixão" foi exibido para convidados e leitores ilustres que participaram da produção. O documentário vai ficar disponível em breve no canal do Portal Cultura no youtube. 
"Com essa concorrência entre as emissoras comerciais pela audiência, o papel da tv pública é fazer producões como esta. Só uma tv pública é capaz de fazer um produto assim, sem apelo comercial. E a produção da TV Cultura do Pará está de parabéns porque está um trabalho sensível, com conteúdo, profundo e tocante", afirmou o diretor da TV Cultura, Tim Penner, avaliando o trabalho de qualidade realizado pela TV Cultura, que, futuramente, será exibido para o público nacional, "mostrando tudo que o Pará faz de bonito".
Com direção de Júnior Braga e produção de Marbo Mendonça, a produção mostra o universo lúdico da leitura na formação de leitores paraenses como crianças, jornalistas e professores. Também foram exploradas iniciativas vitoriosas de incentivo à leitura como bibliotecas alternativas e espaços culturais. A jornalista Renata Ferreira é a responsável pela apresentação do documentário, que foi dividido em quatro temas, com reportagens de Cláudio Lobato, e texto final de Guaracy Britto Jr.
Com 48 minutos de duração, o "Ler de Paixão" foi gravado no ano passado, em Belém. Foram três meses de trabalhos intensos que envolveram mais de 15 profissionais da TV Cultura do Pará. "Ficamos três meses gravando nesses locais e cada vez que chegavamos nós conheciamos uma pessoa nova e os personagens foram surgindo. Foi um bate-papo muito tranquilo e acho que conseguimos sintetizar bem essa proposta de mostrar a paixão pelos livros", completa Marbo Mendonça, produtor do "Ler de Paixão". 
O professor Raimundo Oliveira, coordenador do Espaço Cultural Nossa Biblioteca, do bairro Guamá, em Belém, foi um dos personagens do documentário e destacou a iniciativa da TV Cultura, que conseguiu capturar a atenção do público. "O trabalho com a leitura sempre vai ter uma pretensão gigantesca, que é dar condição das pessoas se tornarem seres humanos melhores. É uma condição que pode acontecer em qualquer lugar. Sempre vai ter um tamanho universal. Hoje, como professor, tenho um compromisso com esse espaço cultural retratado no documentário, que fez um trabalho maravilhoso. Ele descreve muito bem o hábito de ler e destaca a importância da humanidade no processo de leitura", explicou Oliveira, destacando que o espaço conta com mais de oito mil livros hoje, quase sempre vindo de doações e parcerias. 
Com uma linguagem dinâmica e poética, a produção aborda com sutileza a diferença entre livros físicos e virtuais como forma de trazer para a discussão os dois tipos de leitores e suas sensações. A leitura inclusiva também foi lembrada no documentário de forma singela, e mostra que no universo dos livros não há barreiras para o conhecimento. "Na realidade este documentário começou de forma despretenciosa e se transformou em um grande encontro de pessoas que tem um objetivo em comum: crescer por meio dos livros, da leitura. Tivemos a sorte de encontrar pessoas com histórias lindas e que engradenceram o trabalho. Foi um trabalho muito prazeroso para todos da equipe", finaliza Júnior Braga, diretor do documentário.  
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Bruno Magno