6/30/2016

CRÔNICA DE SAMPA



Quem é o tocador? Quem é o cantor?


C
om dez anos de idade pedi para meu pai me comprar um violão. Ficava encantado em ouvir o solista Dilermando Reis tocar, principalmente o "Abismo de Rosas". Aprendi com uma professora perto de casa, os primeiros acordes, mas fui me aperfeiçoando com os amigos e primos que já dominavam o pinho. No ginásio tocava nas festas da escola, e em 1965 conheci o Wanderley, que passou a ser meu parceiro, formamos um conjunto considerado de garagem na época, e hoje após 50 anos ainda brincamos um pouco nos encontros com amigos. Nada profissional, mas é como se fôsse uma terapia.Também gosto de cantar, só não sei porque não aprendo - KKKK  - Quem canta seus males espanta, já dizia a minha avó, mas o importante é ser feliz, como não canto profissionalmente, sempre peço para as pessoas cantarem juntos comigo.
Alguns anos atrás começamos a tocar e cantar 
nos Happys do Clube da Caixa Econômica aqui de Sampa, mas o nosso baterista, marcava dois ensaios por semana, e ainda tocávamos nos fins de semanas, como apesar de estar aposentado, ainda continuo trabalhando, não estava acompanhando a moçada, resolvi dar um tempo.
Como é muito gratificante, volta e meia a gente se reúne e faz um som pra descontrair. 
O importante é fazer o que gosta e ser feliz.
Aumenta aí o som, que lá vem um Rock, se possível dos anos 60.
Valeu!

Semana que vem eu volto, se Deus e clima de Sampa permitirem.

♦♦♦♦♦

Foto 1,de 2010, pela ordem: Wanderley, Rute, Eu, Osmar e Andersom

Foto 2, de 1967. pela ordem Eu, Terezinha, Célia e Wanderley


Ricardo Uchôa Rodrigues



6/24/2016

CRÔNICA DE SAMPA



  1. Eu gosto é de futebol!


S

abe aquele menino que desde os seus sete anos, sempre pedia de natal uma bola de capotão; que aos sábados e domingos ia assistir aos jogos dos time de camisa do bairro de Indianópolis, e normalmente, ficava atrás do gol e atuava como gândula, corria atrás da pelota, quando ela ia pra fora, só pra ter o prazer e chutá-la de volta para o goleiro?
Esse menino cresceu e sempre praticou esse esporte bretão, até os dias de hoje... tento jogar nos veteranos da Confraria dos Boleiros, depois de jogar por 8 anos com os veteranos da CEF.
Essa Confraria tem o objetivo de resgatar jogadores, principalmente da Várzea, mesmo os que não atuam mais, mas gostam de lembrar e reencontrar velhos amigos.
É gratificante ver a alegria dos velhinhos quando reencontram amigos que não viam há décadas e contam os causos antigos, alguns chegam a ir a lágrimas.
Hoje temos um time competitivo, mas também temos os rachões para que todos, - que ainda conseguem correr um pouquinho - também possam participar da brincadeira; mas todos podem participar do terceiro tempo, com direito a tomar até uma cervejinha se a saúde ainda permitir, e jogar conversa fora.
Segue o jogo!

Obs: Mais informações sobre a Confraria:

Semana que vem eu volto, apesar do frio.
Saudações são-paulinas.

♦♦♦♦♦♦♦♦

Adicionar legenda

Ricardo Uchôa Rodrigues


6/21/2016

RAY CUNHA


O rio da tarde



Macapá é uma cidadela limitada pela selva e o maior rio do mundo. Na maré cheia, e se os alísios sopram mais forte, ondas de dois metros rebentam no muro de arrimo defronte à cidade, e quando a maré baixa, o leito do Mar Doce aparece, numa faixa escura de um quilômetro, rio adentro. A cidade começou a invadir a floresta; aos poucos, põe-na abaixo, em marcha de terra arrasada. Quanto ao rio Amazonas, continua levando a Belém. Vivi 17 anos em Macapá, e desde então nossa vida tem sido de reencontros e partidas. Hoje eu sei que uma cidade são várias cidades, incluindo as que construímos em nosso coração, de modo que fecho os olhos físicos quando chego, de barco ou de avião, e apuro os sentidos, para mergulhar nos indeléveis labirintos da cidade da minha infância, prenhes de espilantol.

Eu tinha 17 anos quando a deixei, peguei o rio e a estrada e sumi em Copacabana. Em dezembro de 1971, publicara, juntamente com Joy Edson (José Edson dos Santos) e José Montoril, Xarda Misturada, um livrinho de poemas adolescentes no qual o poeta Isnard Lima Filho encontrou um veio de pedras preciosas (certamente os poemas do Joy) e me batizou de Ray Cunha, profetizando que um dia entraria no mercado livreiro norte-americano. Meu nome é Raimundo, do gótico “sábio protetor”, uma homenagem a meu avô paterno, Manoel Raimundo Cunha, e a meu pai, João Raimundo Cunha, além de uma promessa de vovó Rosa Maria Cunha a São Raimundo Nonato, padroeiro das parteiras e obstetras.

Naquela época, em Macapá, artistas eram vistos como vagabundos. E achei que deveria me mandar, e me mandei. Peguei minha cota de Xarda Misturada, tomei um barco no trapiche de Macapá e parti rumo a Belém, onde, com ajuda do meu irmão Paulo Cunha e de amigos peguei carona pela Belém-Brasília, ainda em construção, e fui bater na cidade recém construída por Juscelino Kubitschek. Na cidade-estado – hoje, fogueira das vaidades e valhacouto de assaltantes perigosos –, consegui, no antigo Ministério da Educação e Cultura (MEC), passagem para o Rio. De lá, queria ir a Paris e cheguei a conversar isso com o dramaturgo Paschoal Carlos Magno, que baixou meu fogo e me aconselhou a me aquietar no Rio mesmo.

Eu tinha 19 anos quando vi pela primeira vez uma orquestra. Foi em 1973, no Teatro da TV Globo, no Jardim Botânico. Naquele dia, uma nova porta se abriu na minha vida. A Orquestra Sinfônica Brasileira – não me lembro quem era o regente – apresentou A Sagração da Primavera, do russo Igor Stravinsky. Quando Le Sacre du Printemps, balé em dois atos, estreou, em 29 de maio de 1913, no Théâtre dês Champs-Élysées, em Paris, foi um escândalo. Tratava-se de música moderna, inovadora, revolucionária. Os acontecimentos só são importantes quando nos atingem em profundidade. Isso ocorreu também, em 1983, em Belém do Pará, ao ouvir Mozart pela primeira vez, Concerto para Piano e Orquestra em Ré Menor.

Já estou descendo o morro da vida. A encosta é íngreme. Não importa; foi a trilha que escolhi. Fui belo e imortal, inquieto, dramático, desesperado e trágico, como, quase sempre, os jovens todos. O corpo é um amontoado de átomos, que se unem enquanto há vida, e a vida segue um afunilamento, e amplia-se. Às vezes, Deus arruma nossas manhãs, e as roseiras rebentam em rosas nuas (visíveis pelos olhos do coração), jasmineiros choram perfume, ouve-se o riso de crianças e o esplendor do sol roça o mundo.
 As zínias; as rosas; beijos que são como terremoto; a intensidade, quase insuportável, de criar o poema, são luzes que fecundam o tao, o caminho, a estrada da vida, que pode ser escura, mas não deve ser escura. Precisamos pontilhá-la de luzes, portas para o rio da tarde.

Brasília, 14 de janeiro de 2016

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•• RAY CUNHA – Escritor e Jornalista baseado em Brasília-DF, Brasil, e o mais antigo colunista do Jornal do Feio


6/20/2016

CRÔNICA DE SAMPA



Eu lembro das fogueiras! Eu lembro dos balões!




E
ste mês de junho está sendo considerado aqui em São Paulo, o mais frio dos últimos 22 anos. Eu sempre digo que nos dias de hoje já não faz mais frio como nos anos 60/70, onde nos reunimos em volta de uma fogueira para se aquecer, tomar uns quentões, soltar fogos, jogar conversa fora e principalmente correr atrás dos balões. 
Realmente essa prática nos dias de hoje é terminantemente proibida, com razão, devido ao perigo de incêndios, mas que era divertido não tenham dúvidas. Pensa em uma pessoa fanática, não tanto para fazer ou soltar, mas para correr atrás. eu era alucinado. O problema maior eram os moleques que atiravam pedras, e rasgavam os balões. 
Eu lembro de três episódios que marcaram a minha vida;
Uma vez entrei em uma casa em construção e cai dentro de um poço ainda não terminado, mas de pelo menos dois metros de profundidade; outra vez estava com uma paquera no portão da mesma, e a deixei falando sozinha para correr atrás do maldito, peguei o balão, mas o broto não quis mais ver a minha cara – Ha,há,há, há -, mas o pior foi já com 18 anos, peguei uma balão junto com outro rapaz; e enquanto estávamos discutindo quem ia ficar com ele, apareceu um rapaz mais velho, que eu nunca tinha visto na minha vida, sacou um revolver, colocou na cara do outro rapaz e falou que o balão era meu. O cara era racista, e falou que ele estava folgando com os brancos. Fiquei traumatizado e nunca mais corri, fim de carreira.

Feliz São João e São Pedro pra todos. 

Importante: Na foto, eu estou com um chapeuzinho branco, ao lado da Fátima.
Fui o Padre da Quadrilha!!!!

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Semana que vem eu volto, se o frio deixar.
Saudações são-paulinas.
Mano, quero ver o que fará o seu Corinthians sem o “santo” Tite, eh,eh.eh!!!


Ricardo Uchôa Rodrigues


6/08/2016

COMUNICAÇÃO



Rádio Comunitária 
SORRISO FM -104,9 Mhz


Seis anos no Ar



A  Rádio Comunitária Sorriso FM, 104,9 Mhz, ZYX-761 - Regulamentada pela lei 9.612/98 e Decreto 482/1 - está ha seis anos operando no Distrito de Icoaraci. Fundada no dia 10 de maio de 2010 , tem se esforçado para trazer ao público (cativo, que conquistou) um novo conceito de rádio, com mais qualidade, profissionalismo, ética, alegria e uma programação diferenciada.
São 24 horas todos os dias, com uma programação popular que atinge a todas as faixas de idade, grau de escolaridade e perfil socioeconômico.
No que se refere ao alcance de nossa frequência, atingimos aproximadamente 15 km cobrindo toda a área de Icoaraci, incluindo os bairros  e comunidades: Satélite, Tapanã, Tenoné, Conjunto Maguari, Antônio Queiroz, Cordeiro de Farias, Tapajós, Pratinha I e Outeiro, e ainda todas as ilhas próximas , tais como:  Cotijuba, Jutuba, São João de Pilatos, entre outras.
Além de tudo isso, a Sorriso FM também exerce um trabalho voltado para as questões sociais. Durante toda a programação leva ao ar, questões voltadas para os problemas da Comunidade Icoaraciense, com o intuito de aproximar a comunidade das autoridades estabelecidas e acreditada na “Vila  Sorriso”.
A Rádio Sorriso FM  - moderninha e com equipamento  digital  - é a mais ouvida de Icoaraci.
É administrada pela Associação de Fãs Clubes do Pará, com a direção do comunicador Thiago de Souza.

SEGUNDA A SEXTA
HORÁRIO
PROGRAMA
ALEVANTA TRABALHADOR (RODRIGO ARAÚJO)
SUPER SHOW (MANOEL RIBEIRO)
PROGRAMA DO PREFEITO (ZENALDO COUTINHO)
SORRISO DA MANHÃ (EDSON LIMA)
CONEXÃO 104 (DANIELA FRAZÃO)
PATRULHÃO 104 (THIAGO DE SOUZA/EXPEDITO SOARES)
CALDEIRÃO DO SAFADÃO (ERON/NELSON/MARCELO)
BOA TARDE SORRISO (MARCELO ALENCAR – o impetuoso!)
MOTORISTA BRASILEIRO (RAIMAR BENTES)
VOZ DO BRASIL (LUCIANO SEIXAS E KATIA )
TOP SORRISO (RAIMUNDO SILVA )
BOTEQUIM (JHAIR DE SOUZA/ CYBER )
SÁBADO
HORÁRIO
PROGRAMA
06:00 até 07:00
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS (JOAQUIM SOARES )
07:00 até 09:00
SHOW DO XAVANTES (DEL)
09:00 até 11:00
BATIDÃO DA VILA (PIAUÍ)
11:00 até 12:00
FREQUÊNCIA SORRISO (THIAGO DE SOUZA )
13:00 até 15:00
ÁGUA DE COCO (KINHO DA KISSAN)
15:00 até 16:00
 FESTA SORRISO (RALF)
16:00 até 17:00
ESTRELA DA SAUDADE (TINTO E DJ DUDA )
17:00 até 18:00
VOZ DO CONSOLADOR (PEDRO CARDOSO / FRANCISCO LEAL )
18:00 até 20:00
SHOW DA VILA (EXPEDITO SOARES)
20:00 até 23:00
NIGHT HITS PAREDE (DJ LÉO SOUZA)
DOMINGO
HORARIOS
PROGRAMA
06:00 até 08:00 
VOZ SÃO JOÃO BATISTA (GERSON SILVA)
08:00 até 10:00
SHOW DO XAVANTE (DEL)
10:00 até 12:00
SHOW DA VILA (EXPEDITO SOARES)
12:00 até 14:00
ÁGUA DE COCO (KINHO DA KISSAN)
14:00 até 16:00
BATIDÃO DA VILA (PIAUÍ)
16:00 até 17:00
ESTRELA DA SAUDADE (TINTO / DJ DUDA )
17:00 até 20:00
SORRISO E ALEGRIA (NELSON MARTINS)
20:00 até 22:00
JHONE FEST (JHONE CHAVES)
PROGRAMAS EVANGELÍSTICOS 
HORARIOS
DIAS
PROGRAMA


23:00 até 00:00
TODA SEGUNDA
VOZ DO AVIVAMENTO (PASTORA ELANE )
22:00 até 00:00
TERÇA E SEXTA
JESUS PARA TODOS (PASTOR MANOEL )
21:00 até 00:00
TODO DOMINGO
ALEGRIA DO SENHOR (PASTOR SERGIO )

Travessa Lopo de Castro (antiga Cristovão Colombo)1114, próximo da 6ª Rua)

Confira

6/07/2016

CRÔNICA DE SAMPA



Meu amigo Padre Zezinho



A
pesar de atualmente, não frequentar assiduamente a igreja católica, São Judas tem muito haver comigo. Fui batizado e fiz a Primeira Comunhão na igreja velha, casei e batizei meu filho na igreja nova, ambas no bairro do Jabaquara aqui em Sampa. Portanto, eu e o bendito santo caminhamos lado a lado desde o meu nascimento. Detalhe: o meu filho Danilo nasceu exatamente no seu dia e mês, ou seja 28 de outubro.
Retornei À igreja de São Judas em 1971, quando conheci a Fátima, minha esposa, que pertencia ao grêmio desta igreja. Na época conheci o Padre Zezinho, que dirigia o grupo, celebrou o nosso casamento, batizou o nosso filho Fábio, e somos bons amigos até hoje.
O padre já vinha despontando na mídia com suas belas canções e alguns livros publicados.
Ficamos um bom tempo sem nos encontrarmos, mas cerca de dois anos atrás, participamos de uma missa na capela da casa paroquial, onde o padre fica hospedado quando está em Sampa; continua lúcido, inteligente, e ministrou a missa com maestria emocionando a todos.
Vida longa com qualidade para o nosso querido amigo Padre Zézinho!

♦ ♦ ♦ ♦ ♦

PS -Um grande abraço, direto aqui da Paulicéia, para os remistas. Não obstante refletores, holofotes a onzena azul (estava de branco!) foi lá em Terezina, no “Albertão” e mandou ver. Eu assisti pelo Portal Cultura aí de Belém.


Valeu.



Padre Zezinho, Fátima, eu  e  uma amiga



Ricardo Uchôa Rodrigues

6/04/2016

CRÔNICA DE SAMPA


Tenho tucupi correndo nas minhas veias



A

qui em Sampa o IBOPE de Belém e do Pará em geral continua subindo. Principalmente pela excelente culinária paraense. O açaí se tornou a bebida preferida, principalmente dos jovens, e o cupuaçu também faz muito sucesso.
Nesta quinta passada um restaurante aqui da capital O Tordesilhas, que é típico de comida paraense, promoveu um fim de tarde com Tacacá na calçada, com bolinhos de Pirarucu e sorvete de frutas amazônicas.
Os times de futebol, principalmente o Remo e o Payssandu agora são mais conhecidos por aqui também, graças a TV a cabo.
Recentemente assisti a final da Copa Verde onde o Papão foi Campeão.
Apesar de tricolor, em homenagem aos meus pais, eu tenho as camisas dos dois times principais de Belém, e sempre que as uso várias pessoas as identificam e fazem algum comentário. 
É muito gratificante e eu, apesar de paulista, atuo como embaixador da Metrópole da Amazônia, e sempre que possível falo e escrevo, principalmente no Facebook, algo a respeito da terrinha dos meus pais, e digo que também tenho tucupi correndo nas minhas veias.
Salve Belém do Pará!

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Na semana que vem se der eu retorno;
Saudações tricolores e azulinas.
Desculpe-me mano Aldemyr, mas o teu bicolor está devagar... apanhou de novo!!!

Ricardo Uchôa Rodrigues

6/01/2016



Escola Jorge Lopes Raposo promove Dia da Família

Com o objetivo de estimular a maior participação dos pais e familiares no cotidiano escolar, a direção da Escola Estadual de Ensino Médio e Fundamental Jorge Lopes Raposo, no distrito de Icoaraci, promoveu, nesta terça-feira, 31, uma programação especial que Creuniu cerca de 200 pais nas dependências da escola. De 8h da manhã às 20h houve emissão de documentos, palestras, vídeos, apresentação de coral, torneios esportivos, entre outras atividades.
Para a autônoma Michele Castro, de 30 anos, passar uma tarde na escola da filha, Camila de Souza, 13, foi um presente de aniversário adiantado. “Amanhã dia 1º, completo 31 anos e hoje estou aqui interagindo com a direção, com os professores da minha filha, que são tão dedicados. Isso é excelente, pois ela é muito esforçada e interessada nos estudos e ver que aqui ela está sendo bem preparada me dá tranquilidade”, disse a mãe, que também aproveitou o dia para cuidar da pele e fazer uma maquiagem especial junto com a filha.
Houve dois pontos muitos festejados na programação do Dia da Família na Escola Jorge Lopes Raposo. Um foi a apresentação do projeto de rádio da escola, “Raposo Pai d’ Égua”, no qual os alunos no intervalo entre os turnos mostram uma programação bem diversificada. “Tem músicas, mas também damos dicas de saúde, alimentação, higiene, avisos de utilidade pública. É um grande sucesso dentro da nossa escola, mas nesta sexta-feira, dia 3, estaremos com a nossa programação na Feira do Livro, que está sendo realizada no Hangar”, disse a locutora da rádio, Camila Souza. Outro ponto da programação muito festejado foi a apresentação do Coral Libras, formado por 40 alunos portadores de necessidades especiais de escolas públicas e particulares de Icoaraci.
Para a diretora da Escola, Rosilene Simões, família é parte integradora da escola, assim como a unidade tem de participar da vida escolar do filho. “Enfim, escola e família formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação ao processo de aprendizado e desenvolvimento social dos alunos e essa programação vem para reforçar esse elo”, defendeu.
A Escola Estadual de Ensino Médio e Fundamental Jorge Lopes Raposo tem atualmente 1050 alunos e além dos ensinos Fundamental e Médio também trabalha com a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
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Rose Barbosa
Agência Pará