6/14/2015





O prefeito Zenaldo Coutinho, através do Decreto Nº 81.827/2015/PMB, publicado no Diário oficial do Município de Belém – No. 12.73828.01 -  Página  3  - de quinta-feira, 29 de janeiro de 2015,  concedeu a Isenção da Taxa de Licença para Localização – TLPL – ao Colégio Nossa Senhora de Lourdes, imóvel- Rua Padre Julio Maria, nº 810, Icoarací, referente ao exercício de 2014.


A nova edição de Icoaraci – Monografia de um Megadistrito está sendo atualmente revista e ampliada, com o apoio de uma equipe  que espera concluir o seu trabalho até o primeiro semestre do próximo ano.


Cícero das Neves – agora aposentado – lidera uma comunidade em Outeiro (bairro da Brasília), além de cuidar juntamente com Antônio (Toninho) Silva, da Tropical Propaganda, a rede sonora-pioneira de Icoaraci, é membro do Cobselhopiscal da novel Associação de Futebol amador de Icoaraci (AFAI).


Esmelinda dos Santos Pojucan (Estrada do Outeiro) eis a resposta: realmente, o engenheiro rodoviário Evandro Bonna, ex “subprefeito” de Icoaraci, e a quem esta mini-cidade muito deve, foi homenageado com nome de rua. É a Rua Evandro Bonnaem Itaiteua, Outeiro. Aliás, aquela comunidade foi praticamente descoberta por ele nos idos de 68, além de ter construído uma capela e uma escola.


O Clube dos Advogados do Pará (CRAP) – o simpático agremiação do Tenoné – completou 24 anos.


O deputado Celso Sabino(PSDB) -  é o novo presidente da Comissão de Turismo e Esporte e seu vice é Dirceu TenCaten(PT).


 Deu n´O LIBERAL: “Icoaraci que a maioria afirma possuir 400 mil habitantes, na realidade só tem193mil. Desse total, são eleitores (30ª Zona) apenas 96 mil. Nas últimas eleições concorrem 109 candidatos das mais variadas legendas. Icoaraci não possui representante na Assembléia Legislativa.
 Os icoaracienses tentaram a eleger um filho legítimo da terra, que conhecessem os seus problemas que tivesse domicílio na área da Vila.
Não deu.
Doze candidatos que fizeram campanha em Icoaraci, nenhun se elegeu.


O Porto da Sotave, (ao lado da Praia de Brasília) no Outeiro, que a Prefeitura de Belém pretende transformar numa unidade de Conservação Ambiental, (de acordo com a Lei Orgânica dos Municípios) está aos poucos sendo tomado por terceiros.
Convém uma visitinha da "sub-prefeita" Elizete Cardoso ao local para colocar as coisas no lugar. Já chega de apropriação indébita e invasões



A Academia Paraense de Jornalismo (APJ) tem novo presidente. Trata-se do advogado e jornalista Walbert Monteiro, que assume aquele Silogeu pela 2ª vez.
Roberta Vilanoca, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Pará (SINJOR) foi eleita. Ocujpa a casdweira que antes pertenceu a Rubens Silva, falecido recentemente.
Uma outra academia, a Paraense Literária  Interiorana (APLI) –  nascida em Icoaraci por feliz inspiração do falecido Lucinerges Couto, na “finada” casa do Porta Antônio Tavernard - está  com planos ousados para 2015. 



Quem quiser comer bem, com descontração em bom ambiente e companhia, procure o restaurante Fundo de Kintal, do Freddy do Vale, há quase 50 anos no mesmo lugar e com a mesma qualidade, em frente à praia do Cruzeiro.
Experimente  o galeto à moda do chefe, especialidade da casa, além de bastante espaço para estacionamento.



Luiz Lima Barreiros, velho amigo e companheiro  no antigo CEJUP e da Associação Paraense de Escritores, além de colaborador do Jornal do Feio, era amigo de Icoaraci a quem dedicou cinco textos.
 Morreu igual Vinicius de Moraes: tranqüilo...na banheira em sua residência, no bairro da Campina, em Belém.

O Maguari Futebol Clube – o “Dragão da Vila”, de grandes e memoráveis feitos – completou 70 anos. Criado por antigos funcionários do antigo Matadouro do Maguari teve os seus dias de glórias na década de 50 e 60, revelando valores que atuaram nos grandes clubes de Belém, principalmente quando foi presidido pelo empresário Armando Tavares da Silva.

Hoje, lamentavelmente, nada mais existe que lembre o grande time. A praça de esportes foi vendida, à revelia da diretoria e dos sócios; e a sede foi transformada em templo de uma igreja evangélica.

 Uma pena.

Está chegando o Shopping Center Vila Sorriso, na área da antiga Selvaplac -Campina. Isso é muito bom para o progresso e desenvolvimento da nossa Icoaraci.
Agora uma pergunta: os dirigentes precisam conversar comiogo para usar o nome?
Eu sou  é o criador/autor do slogan Vila Sorriso, desde 1969.
Todo mundo sabe.


A família do escritor José Raymundo de Oliveira Guimarães (Júnior Guimarães), falecido prematuramente há 10 anos, vai bancar a 2ª edição da sua obra Icoaraci - Monografia de um Megadistrito atualmente esgotada.
De acordo com um dos membros da família, tal atitude é uma forma de homenagear o irmão-caçula, falecido em pleno vigor da juventude aos 25 anos, assim como, contribuir para a memória e para cultura icoaraciense, uma vez que a obra é contentemente solicitada nas escolas, colégios, repartições públicas e na Biblioteca Pública Municipal Avertano Rocha e os poucos exemplares existentes são disputados pelos estudantes e pesquisadores da terra.

A nova edição de Icoaraci – Monografia de um Megadistrito está sendo atualmente revista e ampliada, com o apoio de uma equipe - que espera concluir o seu trabalho até o primeiro semestre do próximo ano.



SANTA ROSA de volta!



N
em tudo está perdido.

No primeiro sábado de junho/6, Icoaraci teve de volta – pelo menos na lembrança – as grandes festas promovidas pelo Santa Rosa Esporte Clube, na sua antiga sede social. 
Foi o "Forró dos Solteiros da 6ª Rua", na Padre Júlio Maria (2ª Rua).

Gente pra dedeu. 

Um sucesso!

A sede do alvi azul icoaraciese foi vendida ad referendum dos associados para um supermercado há alguns. Ficou esquecida. O comprador teve dificuldades em honrar compromissos trabalhistas e o imóvel foi para a Hasta Pública.

O novo comprador arrematou a sede e prometeu resgatar o brilho de antanho, para a alegria dos santarosenses.

Está cumprindo a promessa.

Ainda bem.



RAY CUNHA



Para Josiane Souza Moreira Cunha


O primeiro beijo que me deste, explodiu
Como relâmpago na minha alma
Feriu-me, doce como brisa,
Pétalas pousando no púbis de um anjo

Desde então, flor da minha vida,
Voo na tua dimensão
Grávido de ti, como um abismo,
Mulher amada!

Segue-me, pois te mostrei quase nada
E tenho a chave dos sonhos
Que conduzem à eternidade

À fogueira do nosso amor, minha namorada,
Ao voo vertiginoso
Da luz movida a acme


A Câmara de Belém debocha de nós. De você, inclusive.



Convenhamos o seguinte.
A hipocrisia é uma praga.
Mas a hipocrisia e o ridículo, quando se dão as mãos, aí temos uma conduta que pretende chocar os outros – pelo deboche, pelo despautério, pela insolência e irracionalidade.
A Câmara Municipal de Belém foi, no mínimo, debochada, insolente e irracional, quando inspirou-se na hipocrisia e no ridículo ao votar emenda que pretendia reduzir os subsídios – vulgarmente chamados de salários – de Suas Excelências.
Imaginando que todo mundo – no caso os contribuintes que bancam a remuneração das Excelências – pode ser um idiota de uma só vez, o tempo, os valorosos edis resolveram tentar enganar os trouxas (“é nóis”, outra vez) com artifício que teria a aparência de ser uma homenagem à moralidade e aos bons costumes.
O que previa o projeto do vereador Cleber Rabelo (PSTU), em votação no plenário da Casa?
Previa a fixação dos subsídios em oito salários-mínimos. Isso implicaria a redução dos ganhos remuneratórios dos vereadores de Belém dos atuais R$ 15.031,76 para R$ 6.304,00.
O que fizeram 29 dos 32 parlamentares presentes em plenário?
Aprovaram emenda do vereador Moa Moraes (PCdoB), facultando aos distintos integrantes da augusta Câmara Municipal a decisão de abrir mão ou não de parte de seus subsídios.
Tradução: cada um reduzirá seu salário se quiser, identificando sua opção por meio de requerimento endereçado ao presidente da Casa, garantindo o limite mínimo de oito salários mínimos de sua remuneração.
Parem com isso!
Tanto a Câmara Municipal de Belém é um poder independente como seus integrantes são maiores de idade, vacinados e investidos da legitimidade que o voto popular lhes conferiu. Além disso, espera-se que saibam distinguir perfeitamente a hipocrisia do ridículo.
Por que, então, não rejeitaram pura e simplesmente a proposta original?
Por que não assumiram – publicamente, transparentemente, firmemente e outros “mentes” – que pretendem ficar ganhando os subsídios atuais?
Não seria mais digno adotar essa postura do que aprovar emenda que é um deboche, um despautério, uma insolência completa?
Quem vai reduzir seu próprio salário por livre e espontânea vontade? Quem? Só o proponente do projeto originalmente modificado? Só ele e mais dois outros que votaram contra a emenda?
Tenham paciência!
O propósito era criar um regramento – impositivo, vale dizer – para toda a Câmara, e não para dois ou três voluntários.
Mas a Câmara preferiu unir a hipocrisia ao ridículo para produzir um papelão.
Mais esse papelão.
Putz!
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Transcrito do blog Espaço Aberto