12/31/2006


Meu Jesus adorado, queremos vos oferecer nesta hora em que o tempo vira uma página da história dos homens, nosso olhar e nossas orações, contemplando o Mistério do Natal, do Vosso Presépio, onde nascestes para nos salvar.
E assim como fostes não mais do que uma frágil criança, dependendo em tudo de Vossa Mãe Santíssima e de S. José, Vosso Pai adotivo, assim queremos ser, diante de Vós e de Vosso Pai.
Antes de tudo, queremos agradecer por todas as graças que recebemos ao longo deste último ano, graças de perdão, graças de amor, vindo em nossos corações pela Santa Comunhão. Também por todas as forças e ajudas que recebemos de Vós para bem realizar nossas obrigações e deveres, tanto materiais quanto espirituais.
Nós sabemos, ó Bom Jesus, que por causa do abandono em que vos deixamos por nossos pecados, tudo o que temos nos vem da pobreza da gruta em que nascestes, da Cruz que aceitastes por nossa causa. E que, pela gloriosa Ressurreição alcançaremos, nós também, o Céu onde habitais.
Hoje o mundo se prepara para festejar um ano que termina, outro que começa. Nós queremos nos lembrar, antes de tudo, que foi o Vosso nascimento em Belém que deu origem a todos os séculos. Ali, naquela hora sublime, o tempo parou de contar para dar início a uma nova era, marcada por Vossa presença sobre a Terra.
É assim que queremos viver todos os dias, lembrando que um dia, estivestes pisando o pó das nossas estradas, falando com nossa gente, morrendo sobre uma Cruz para mostrar o caminho do Céu. Dessa lembrança virá nossa felicidade neste novo ano.
Que este ano bom seja para nós e para todos os nossos queridos pais, parentes e amigos, de verdadeira felicidade e sincera paz, e que os fogos e festejos dessa hora só nos faça estar mais próximos do tempo sem fim da Vossa Eternidade.
Amém.
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Margarida Cruz Xerfan
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Faço minhas as palavras da excelente amiga Margarida para desejar a todos, colaboradores, leitores, críticos e aos colegas que cedem as suas matérias, um Feliz e Abençoado Ano Novo; e que possamos estar sempre juntos comungando do mesmo ideal. Tudo de bom, pessoal e Muito Obrigado.
Obrigado especial a Google, BRA, amigos de Belém e - do Rio -, Boas Festas e a gente se encontra daqui pouco, no dia 9, já em 2007. (A.F.)

12/28/2006

Manfredo reclama providências da Sesan para a Perimetral


O hidrogeólogo Manfredo Ximenes Ponte, superintendente regional da CPRM-Pará, declarou ao Diário do Pará que a Secretaria Municipal de Saneamento age estranhamente na manutenção da Avenida Perimetral, no trecho entre Enéas Pinheiro e Estrada da Ceasa.
Segundo ele, “a Sesan iniciou há seis meses a recuperação de um acostamento de veículo. Primeiro jogou material argiloso, depois de meses colocou sobre ele asfalto. Faz mais de um mês que não retornou para concluir o serviço. Além de buracos no restante do acostamento produzido pelos carros, é comum a área ser utilizada para depósito de lixo e entulho”.
Na área, continua Ximenes, existem dois órgãos federais e por ali circulam mais ou menos 500 empregados dessas repartições todo dia. “Em dias de chuva os pedestres têm que utilizar-se de botas para a travessia. Vários contatos telefônicos e correspondências já foram enviados à Sesan e à Seurb, mas até agora nada. O secretário da Sesan não atende ao telefone, mesmo que os dirigentes dos órgãos se apresentem como tal”, queixa-se.
Eu trabalhei quase oito anos com Manfredo Ximenes. É um cara sério. Se ele está chiando é porque a coisa está feia.

12/26/2006


Olá, Feio! Vi a matéria na TV Cultura sobre Icoaraci e procurei teu blog na internet. Como podes ver, consegui. Abraço e parabéns pelo trabalho! Moro na sua, nossa "Vila Sorriso".

Edlson Pantoja
Icoaraci

Obrigado.
Continue acessando o Jornal do Feio.
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Oi, caro Feio – Assisti hoje à tarde na Tv Cultura o programa sobre Icoaraci em que você participa. Você é demais, cara, Nunca ninguém se preocupou tanto com a nossa Vila como você. E não é de hoje (...) Você diz sempre em suas crônicas quando quer exaltar alguém que faz algo por Icoaraci que o fulano honra as suas origens mas, na verdade, quem honra as suas origens icoaracienses é você, um autêntico e esforçado pé redondo.
A sua divulgação da nossa Icoaraci não é de hoje, no jornal – onde você é originário – no rádio (Repórter Volante nos idos de 60, na Rádio “Jornal” Liberal) na internet e agora na tv.
Vá em frente, cara. Meus Parabéns e Obrigado.

Jorge Oberdan Muniz
Cruzeiro – Icoaraci


Não é do meu feitio publicar elogios à minha pessoa; pode parecer culto à imagem e eu não sou chegado a isso.
Mas, de vez quando é bom. Massageia o ego da gente e identifica que estou fazendo o trabalho certo.
Além do mais, o Jorge pediu que publicasse o e-mail dele.
Ele conhece um pouco da minha vida.
Obrigado.

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Caríssimo amigo Feio,

Parabéns, mais uma vez, pelo seu trabalho. Continue assim, sempre informando
nossa gente, porque um ser informado vale por dois.
Transmita, por gentileza, para todos os nossos amigos, sobretudo aos conterrâneos de nossa Vila Sorriso, os meus sinceros votos de um Feliz Natal e um ano novo cheio de Paz e muitas alegrias.
Do frio parisiense mando todo meu carinho para você e toda sua família.

Nazaré Pereira
Nancy- França

Obrigado, Naza.
E como leram, a nossa cantora maior (francesa por afinidade) deseja tudo de bom para todos em 2007 que está chegando
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O pessoal da Agência Distrital anunciou - e realizou - na sexta-feira na orla a apresentação de um Auto de Natal, como sendo primeiro da vila.
Tenho a impressão que não.
Aliás, devo dizer que a apresentação foi muito bonita, bela mesmo.
Você que sabe tudo da Vila, o que me diz disso?

Maria Antônia Pepes (Tia Antônia)
Conjunto Tapajós


É verdade.
Não é o primeiro.
Mas isso não tira o brilho da promoção.
Se você acompanha o
Jornal do Feio vai ver que foi publicada uma pequena informação a respeito.
Obrigado pelo carinho das suas palavras.
Por questões de modéstia, não publico o seu e-mail na íntegra,,, mas valeu.

12/23/2006

Crônica de Natal


Desde a ascensão de Herodes, o Grande, que se fizera rei com o apoio dos romanos, não se falava na Palestina senão no Salvador que viria, enfim...
Mais forte que Moisés, mais sábio que Salomão, mais suave que David, chegaria em suntuoso carro de triunfo para estender sobre a Terra as leis do Povo Escolhido.
Por isso, judeus prestigiosos, descendentes das doze tribos, preparavam-lhe oferendas em várias nações do mundo.
Velhas profecias eram lidas e comentadas, na Fenícia e na Síria, na Etiópia e no Egito.
Dos Confins do Mar Morto às terras de Abilena, tumultuavam notícias da suspirada reforma...
E mãos hábeis preparavam com devotamento e carinho o advento do Redentor.
Castiçais de ouro e prata eram burilados em Cesaréia, tapetes primorosos eram tecidos em Damasco, vasos finos eram importados de Roma, perfumes raros eram trazidos de remotos rincões da Pérsia... Negociantes habituados à cobiça cediam verdadeiras fortunas ao Templo de Jerusalém, após ouvirem as predições dos sacerdotes, e filhos tostados do deserto vinham de longe trazer ao santuário da raça a contribuição espontânea com que desejavam formar nas homenagens ao Celeste Renovador.
Tudo era febre de expectação e ansiedade.
Palácios eram reconstruídos, pomares e vinhas surgiam cuidadosamente podados, touros e carneiros, cabras e pombos eram tratados com esmero para o regozijo esperado.
Entretanto, o Emissário Divino desce ao mundo na sombra espessa da noite.
Das torres e dos montes, hebreus inteligentes recolhem a grata notícia... Uma estrela rutila no firmamento.
O enviado, porém, elege pequena manjedoura para seu berço de luz.
E porque as vozes do Céu se fazem ouvir, cristalinas e jubilosas, cantam eles também...
- "Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens!..."
Ali, na estrebaria singela, estão Ele e o povo...
E o povo com Ele inicia uma nova era...
É por isso que o Natal é a festa da bondade vitoriosa.
Lembrando o rei Divino que desceu da Glória à Manjedoura, reparte com teu irmão tua alegria e tua esperança, teu pão e tua veste.
Recorda que Ele, em sua divina magnificência, elegeu por primeiros amigos e benfeitores aqueles que do mundo nada possuíam para dar, além da pobreza ignorada e singela.
Não importa sejas, por enquanto, terno e generoso para com o próximo somente um dia. Pouco a pouco, aprenderás que o espírito do Natal deve reinar conosco em todas as horas de nossa vida.
Então, serás o irmão abnegado e fiel de todos, porque, em cada manhã, ouvirás uma voz do Céu a sussurrar-te, sutil:
- Jesus nasceu! Jesus nasceu!...
E o Mestre do Amor terá realmente nascido em teu coração para viver contigo eternamente.

Irmão X

Aos amigos, colaboradores e a todos os que me honram com a sua leitura em todo lugar, desejo um

Feliz Natal.

12/20/2006

Belém é como cavalo morto na chuva


No Pará, tudo muda para nada mudar
Ray Cunha (*)

Brasília - Amanhece na península belenense, banhada pelo rio Guamá. No Ver-O-Peso, a maior feira da Amazônia Continental, o formigueiro humano vai se assanhando, à medida que o sol incendeia Belém do Pará. Uma mendiga, obesa, dorme ainda num banco de praça, inteiramente nua. O trânsito, nem bem a manhã começa, já é incontrolável. Quase todo mundo buzina, xinga, com palavrões impublicáveis, as mães dos outros motoristas, enquanto automóveis importados seguem fora da faixa. Os pedestres precisam ter muito cuidado, pois, ao desviar-se de um carro, pode-se ser atropelado por ciclistas, que são muitos, silenciosos e andam na contramão.
Se é dezembro, mangas caem nos calçadões esburacados, no teto dos automóveis e na cabeça dos pedestres. Mangueiras também caem. Algumas são podadas só de um lado. Carregadas de mangas nos galhos do outro lado e açoitadas pela chuva diária no tronco, não resistem às tempestades que vergastam a cidade e tombam, como gigantes caídos.
Ao meio-dia, a urbe imerge num caldeirão fervente. As sarjetas exalam o odor mefítico de esgotos estrangulados, expelindo fezes, que escorrem ao lado das bancas de tacacá, maniçoba e picadinho. Alguns trechos do calçadão da Avenida Presidente Vargas fervem, literalmente.
Então, chove. Chuva do Trópico Úmido. Grossa, interminável, chicoteada por correntes de vento. A cidade se afoga. Lembra um cavalo morto na chuva. Na manhã seguinte, o cavalo apodrece ao sol de 40 graus e à chuva da tarde, que, como o sol, cumpre seu ciclo diário na linha imaginária do Equador. O cavalo morto incha. Sua barriga ameaça explodir, exibindo as vísceras.
Na madrugada de sábado 9 de dezembro de 2006, por volta das 4h30, na Avenida Independência, bairro da Cabanagem, um automóvel com três homens e duas mulheres chocou-se contra uma passarela. As mulheres morreram. Uma delas estava grávida e agonizou durante algum tempo.
Segundo registrou o Repórter 70, do jornal O Liberal, a mais influente coluna de opinião de Belém, o carro foi depenado em quinze minutos.
Há ruas, em Belém, onde, se um carro der prego, à noite, os passageiros serão mortos e pilhados. A vida, na periferia, logra sobreviver apenas por instinto. Não há escopo moral, não há dignidade, não há redenção, mas somente fome, estupro, assassinato - a escuridão da miséria e da ignorância. No Marajó, a região mais bela do planeta, ao norte de Belém, crianças entregam-se a caminhoneiros, que as possuem como estupradores em hordas, a troco de óleo diesel, que as crianças estupradas diariamente vendem e entregam o dinheiro a seus pais, para comprar comida.
Em primeiro de janeiro de 2007, sairá o tucanato de 12 anos e entrará o famigerado Partido dos Trabalhadores do Movimento Democrático Brasileiro no comando do estado. Os emplumados tucanos passaram mais de uma década no poder, durante a qual o abismo social ficou mais fundo e movediço. Suas famílias, parentes, aderentes e apaninguados da elite dominante ficaram mais ricos e se refrescam nas suas casamatas nos edifícios mais altos da cidade, enquanto a cabocada chafurda no ambiente mefítico das ruas alagadas de fezes e urina, os curumins são devorados por vermes, giárdia e protozoários, e os bandidos, mesmo que as vítimas não esbocem resistência, matam por matar. Só Simão Jatene, o último dos tucanos, tinha quase mil assessores especiais. Nada parecido com os 40 mil com os quais o presidente Lula, do PT, aparelhou o estado. Embora o Pará seja apenas uma província do império do Brasil.
No século XIX, caboclos, identificados como cabanos, se insurgiram contra a elite lusitana no Pará. Mataram alguns aristocratas e foram massacrados. A elite portuguesa, colonizadora e brutal, deu as cartas no Pará até a abertura da Belém-Brasília, que minou a hegemonia comercial lusa nas docas da cidade, mas seus descendentes estão incrustados na burocracia e recebem altos salários, ou são profissionais liberais bem estabelecidos, recebendo ordens dos caudilhos da vez, estes, vítimas do vício sem remédio de se locupletar com o erário.
E, assim, a Cidade das Mangueiras, a mais inchada das cidades da Amazônia, exala, na canícula, o odor adocicado e pútrido de cavalo morto na chuva, estourando de inchado, devorado por bactérias, vermes e urubus. Enquanto isso, a Vale do Rio Doce continua exportando commodities extraídos do solo paraense, em vez de se exportar produtos industrializados, porque o império brasileiro, Brasília, leva os royaltys da exportação. Legitima-se a “safra” de madeira, tora-se ou queima-se a Grande Floresta, porque é bom para a soja, o pasto e as guseiras. O Ministério Público Federal engaveta a Hidrovia do Marajó porque a ilha é um sítio arqueológico (a Europa toda é um sítio arqueológico, mas cortada por hidrovias). O imperador Lula não destinou recursos para a construção das eclusas de Tucuruí, nem para a pavimentação da Transamazônica e da Santarém-Cuiabá, porque o governador do Pará é tucano. Bem, a partir de primeiro de janeiro, será petista-peemedebista.
Os portugueses criaram a cultura do privilégio (sou amigo do rei); os africanos, da magia (o pai-de-santo resolve); e os índios são preguiçosos – afinal, peixe salgado, pirão de açaí, chibé, calor e Skol pesam. Mas, a partir de primeiro de janeiro, tudo mudará, para nada mudar.

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(*) Jornalista e escritor

Prefeitura de Belém realiza Auto de Natal de Icoaraci


Um coral adulto composto de cem vozes e um infantil de 30 vozes vão contar a história do nascimento do menino Jesus, de forma regionalizada, no Distrito de Icoaraci. Será o Primeiro Auto de Natal de Icoaraci a ser realizado no dia 22 de dezembro, às 19h, no estacionamento da orla, promovido pela Prefeitura de Belém, através da Agência distrital, que montou um palco especial para a realização do evento.
Roteiro - A história do nascimento de Cristo será contada por dois amigos, Mig e Ton, dois meninos de rua, interpretados por crianças que fazem parte do projeto de responsabilidade social da Agência Distrital , Som&Riso, que atende menores em situação de risco social que atuavam na feira da oito de maio e na orla do Distrito. No projeto eles aprendem a tocar instrumentos como flauta doce e violão. Ano que vem eles passarão a aprender a tocar violino.
Na Cantata intitulada Natal Brasileiro, Maria e José, que se chamam Maria das Graças e José Raimundo, nomes comuns na região, vêm de Manaus fugindo da miséria e aportam em Belém, onde acontecerá o nascimento do menino Jesus. Aqui, eles encontram outros retirantes e vão morar com catadores de papel, onde acontece o nascimento no dia de Natal. Em vez de uma manjedoura, Cristo nasce em um depósito de papel.
Os Magos - Os três reis magos serão gaúchos caracterizados com a indumentária característica do Rio Grande do Sul e os pastores serão representados como retirantes nordestinos. ‘Nós optamos por fazer uma cantata regional para aproximar essa história universal da nossa realidade e criar uma identificação maior com o público” informou o maestro Augusto Souto, que coordena uma equipe de cerca de 150 pessoas envolvidas na realização do evento.
O encerramento será com todos cantando 'Noite feliz' canção foi composta pelos autríacos Franz Gruber e Joseph Mohr, no início do século XIX. Gruber era organista e professor da escola da cidade de Oberndorf; e Mohr o sacerdote assistente da Igreja de São Nicolau. 'Noite feliz' foi executado pela primeira vez no Natal de 1818, e, desde então, a música conquista cidadãos do mundo inteiro.
Ensaios - Os dois corais ensaiam há cerca de dois meses de forma intensiva, e serão regidos pela professora de canto, Lúcilia Flexa. O coral adulto recebeu aulas de técnica vocal e impostação de voz para poder interpretar as canções do Auto de Natal. O coral é formado por pessoas simples como Raimunda do Carmo de Vilhena, de 62 anos, que pela primeira vez participa de um evento dessa natureza.
Ela disse que se surpreendeu com as aulas. “A gente a prende como utilizar a voz diferente do dia-a-dia. Isso engrandece a gente e faz bem até pra saúde”, acredita ela. O autônomo Edson do Vale, 37, será um dos tenores do coral. Ele também participa pela primeira vez de um coral e disse que é uma experiência engrandecedora. “Esse aprendizado vai ajudar no meu trabalho como cantor de barzinho, onde eu me apresento nos finais de semana para melhorar a renda”, disse.

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Ronaldo Quadros

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N. da R
– Apesar dão esforço e da boa vontade do “subprefeito” José Croelhas e do seu Assessor de Imprensa, jornalista Ronaldo Quadros – futuro doutor: está fazendo põs-graduaçao! - devemos nos ater à verdade dos fatos. Esse belo evento que será apresentado na sexta-feira/21, não é inédito.
Na realidade, o primeiro Auto de Natal foi realizado nesse mesmo período, - ou seja, na semana do Natal -, no primeiro ano da administração Hélio Gueiros em 1983, com o apoio do Grupo de Teatro Amador/Gruta, dirigido pelo ator e diretor Henrique da Paz, por sinal filho da terra e meu vizinho por muito tempo, aqui na Travessa Itaboraí. Foi na Praça da Matriz. Uma bela noite com muita luz e que reuniu grande número de expectadores..
O Auto de Natal de 1983, talvez não tenha tido a pompa do que vai ser apresentado no estacionamento da orla que reunirá 150 participantes da comunidade, mas foi um bela apresentação. O vice-prefeito de antanho, Aldebaro Klautau, esteve presente. O administrador de Icoaraci era o vereador Rocimar Santos.
Portanto. Icoaraci terá a segunda apresentação de um Auto de Natal na sua história.
Todos devem prestigiar o Auto de Natal de Icoaraci/2006.

12/08/2006

O ESTADO premia os "Melhores do Ano de Icoaraci 2006"

Jair de Souza -
O Empresário do Ano



No próximo dia 15 de dezembro, o Hotel Crowne Plaza Belém, estará recebendo cerca de 500 convidados para, numa grande noite de celebração – a grande festa de premiação dos Melhores do Ano de Icoaraci 2006. Esse evento que atinge à 17ª versão, comporta em sua iniciativa fazer o reconhecimento justo do trabalho daqueles que fazem o progresso do nosso Distrito durante os 365 dias que se passaram.
Um outro aspecto dos “Melhores” se resume em festejar o empenho, o esforço e o trabalho de diversos profissionais, empresas e lideranças, todos imbuídos num só objetivo: trabalhar para que Icoaraci e seu povo tenham condições dignas para viver bem, com mais fraternidade e justiça social.
Serão premiadas 15 personalidades destaque e 14 empresas destaque, além de Jair de Souza, “cap” da Rede de Postos Azulino escolhido como “Empresário do Ano”.
Os Melhores do Ano de Icoaraci é uma realização do jornal O ESTADO - o mais antigo da Vila Sorriso. Foi idealizada por seu fundador, o publicitário e microempresário José Croelhas, atualmente exercendo as honrosas funções de Agente Distrital de Icoaraci. A promoção já consagrada e reconhecida pela sua seriedade -, tem como aporte o patrocínio de Saint Gobain Brasilit, Amasa, Fábrica Santa Maria e Couro do Norte, o que por sí só já é garantia de pleno êxito.

12/06/2006


Caro amigo Feio!Pela primeira posto no teu blog, e para agradecer pelo valioso apoio que sempre dás ao nosso sindicato, o Sinjor. Nossa campanha em defesa do diploma, que representa a defesa da qualidade e ética da informação, precisa ser vitoriosa. E contamos, é claro, contigo. Conclame os coleguinhas, os amigos e colegas a enviar e-mail para o STF contra a decisão que beneficiou os precários que já estão no mercado de trabalho. É importante que isso fique claro. O site da Fenaj dá os detalhes. Em janeiro, viajarei para Brasília, para trabalhar na assessoria de imprensa do senador eleito Mário Couto. De lá, sempre estarei acessando o teu blog, para saber o que acontece na terrinha.Um grande abraço fraternal

Hanny Amoras
(Jornalista - DRT/PA 1.294)
Belém

Hanny, amiga de grandes batalhas e campanha em favor do nosso Sinjor.
Pode contar comigo e o nosso Jornal do Feio que, em breve com o seu
apoio terá um posto avançado em Brasília.
Ele é lido no Rio. São Paulo, e agora naCapital Federal.
Está bom demais.
Valeu.
Aproveito para lhe desejar Feliz Natal


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Caro amigo:

Fiquei decepcionado quando li no jornal na semana passada, que o governo Simão Jatene não teve verba suficiente para reformar a Casa do Poeta Antônio Tavernard, um chalé, em estilo português, que ainda pode ser visitado, na rua Siqueira Mendes, número 585 a pouco metros da Travessa São Rocque, que está abandonado que está abandonada e ameaçando cair... e ameaçando cair...
Como não teve recursos? Dá pra gente engolir um papo desses?
Não teve dinheiro para dar um jeito na casa do maior poeta de Icoaraci – o único nato... os demais demais são emprestados. Júlio Colares, autor do livro “Mosaicos”. que você andou falando um tempo desses e que viveu a sua vida toda em Icoaraci, Pinheiro à época, não era daqui, era de Soure. E o nosso saudoso Newton Pessoa de Oliveira – o homem que só andava de branco, elegantérrimo –, autor de “Gotas Voláteis", era nordestino.
Antônio Tavernard, o Toní, era pé redondo, era daqui... quase ninguém se lembra. Nem mesmo o Governo retirante!...
Não tem recurso para recuperar a casa do Tavernard, dar-lhe um acabamento digno, mas tem dinheiro para outras obras faraônicas e sem importância.
A propósito, Tavernard nasceu por esses tempos, certo?

José Sérgio Taveira Mineiro
Tenoné

Não sou político e nem este espaço o é.
Mas participo do sentimento de revolta do Mineiro.
Ele conhece a fundo a cultura da minha Vila Sorriso.
Isso é bom.
Antônio Tavernard nasceu a 74 anos num dia 10 de outubro...
Para quem não sabe ele foi o autor da letra da música "Foi
Boto Sinhá", musicada por Waldemar Henrique.

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Contatos: aldemyrfeio@oi.com.br /
aldemyrfeio@belem.pa.gov.br

Comenda da OAB-Pa valoriza a cultura jurídica paraense

Daniel Coelho de Souza





Preocupada em escrever a história da OAB no Pará, homenageando os grandes vultos da advocacia local e estimulando a cultura jurídica no Estado, a Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Pará (OAB-PA) instituiu, nos moldes da Medalha Rui Barbosa do Conselho Federal, o Prêmio Medalha Daniel Coelho de Souza, cunhada em ouro com a esfinge do homenageado em uma de seus lados, para homenagear a memória de um dos mais brilhantes advogados paraenses e brasileiros: o jurista, advogado e professor Daniel Coelho de Souza.
Na próxima quinta-feira (7), o advogado Clóvis Cunha da Gama Malcher e os ex-presidentes da Seccional da OAB serão agraciados com a medalha, entregue pela primeira vez. Com o gesto, a OAB do Pará presta uma distinta homenagem aos advogados, destacando, assim, seu trabalho em prol da causa jurídica, do Direito e da classe dos advogados. A outorga das medalhas acontecerá em sessão solene presidida por Ophir Cavalcante Junior.
Daniel Coelho de Souza foi professor catedrático da Universidade Federal do Pará (UFPA) e reitor desta universidade, e seu livro “Introdução à Ciência do Direito”, ainda é considerado um marco no estudo jurídico nacional e internacional. Nunca deixou de exercer a Advocacia, a sua grande paixão, desde 1937. O advogado foi também presidente da OAB-PA entre os anos de 1964 e 1967, os primeiros anos da ditadura militar no país. A importância do trabalho de Coelho de Souza para o nosso Estado obteve inúmeros reconhecimentos, tendo sido ele um dos 10 mais votados na eleição para o “Paraense do Século”, no final do século XX.
Mais dois momentos marcarão a solenidade, que certamente reunirá grandes expoentes do judiciário paraense: o lançamento do I Prêmio Daniel Coelho de Souza de Monografias Jurídicas para estudantes e recém-graduados em Direito - numa promoção do Escritório Coelho de Souza -, e a presença de José Roberto Batochio, ex-presidente nacional da OAB, que fará a palestra sobre “Reforma Política, Justiça e Perspectivas de Desenvolvimento”.

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Rosana Maciel

12/04/2006

Círio de Outeiro leva 20 mil às ruas

Fotos: Mira Jatene











A comunidade da ilha de Caratateua (Outeiro) participou ontem/3 pela manhã do Círio de Nossa Senhora da Conceição. A romaria conduzindo a berlinda com a imagem da santa saiu às 8h15m da capela saiu às 8h15m da capela de São José, no bairro da Água Boa, com destino à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no bairro de São João do Outeiro, num trajeto de quase sete quilômetros. Na chegada foi celebrada Missa Final pelo padre Jonas da Silva Teixeira, titular da Paróquia da Conceição do Outeiro e das oito ilhas adjacentes. culminando com a benção utilizando a imagem da Imaculada.
Segundo uns sargentos da Polícia Militar, aproximadamente 20 mil pessoas acompanharam o cortejo, numa grande demonstração de fé, capaz de superar o intenso calor que fazia na cidade. Dentre elas, até um grupo que participou montado em cavalos. Um carro do Corpo de Bombeiros seguia atrás dos romeiros para atender qualquer eventualidade. Várias homenagens foram feitas no percurso. Entre elas, a queima de diversos fogos de artifício oferecidos pela comunidade como gratidão pelas graças alcançadas a partir da fé que têm na mãe de Jesus Cristo.
Círio fez faz várias paradas onde foram lidos e refletidos trechos da Palavra de Deus seguidos de hinos. O povo demonstrou o amor e devoção à Mãe do Céu. As ruas e avenidas estavam engalanadas e enfeitadas com balões, bandeirinhas brancas e azuis; e as janelas das residências apresentavam toalhas, flores e imagens de Nossa Senhora. No trajeto ocorreram várias homenagens pirotécnicas, destacadamente as promovidas pelas famílias Puga - Rua Franklin de Menezes - Cruz e Gadelha - Rua Manoel Barata.
Durante esta semana será desenvolvida uma variada programação socio-cultural com a participação dos noitários, grupos e associações da Igreja e conjuntos musicais nativos, além de outras atrações.
O "Círio de Outeiro" como é mais conhecido, realizado há 53 anos teve o apoio do comércio, das empresas sediadas no distrito e da Administração Regional. Vários órgãos e entidades também colaboraram: 10º Batalhão Policia Militar, Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças e Sargentos da Polícia Militar (CFAP). Corpo de Bombeiros Militar, Guarda Municipal de Belém, Cruz Vermelha, Sesma, Defesa Civil Municipal, Belemtur e Escoteiros, além das Guardas de Nossa Senhora da Conceição e São João Batista e Nossa Senhora das Graças (Icoaraci).

12/02/2006

Outeiro realiza o 53º Círio da Conceição


Baseado no tema: “Com Maria, Imaculada Conceição, construiremos a paz em mutirão”, a comunidade católica do Outeiro realiza neste domingo, 3 de dezembro, mais um Círio de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da ilha de Caratateua. A trasladação este ano foi um pouco diferentes das anteriores. O padre Jonas da Silva Teixeira – pertencente ao Instituto Maria, Mar da Divina Providência/Movimento Providentino, há seis meses no Outeiro - juntamente com a comunidade outeirense decidiu privilegiar o bairro do Fidelis que nunca havia recebido a visita da Padroeira do Outeiro; tanto que, ontem, quinta-feira/1º, organizou uma carreata que conduziu a imagem da Imaculada Conceição até à capela de Cristo-Rei. Neste sábado/2, às 19 h, imagem da Santa sairá da capela de Cristo-Rei, do Fidelis em direção à capela de São José, na Rua Paulo Costa, bairro da Água Boa.
O Círio, propriamente dito, sairá às 07h00m, do domingo, obedecendo ao seguinte itinerário: Rua Paulo Costa, Avenida Nossa Senhora da Conceição, Rua Franklin de Menezes, Praia Grande, Rua Manoel Barata até a Igreja principal do Outeiro, num total de quase sete quilômetros (6.300 metros).
O Círio de Outeiro, como é mais conhecido, realizado há 53 anos, reúne algo em torno de 60 mil pessoas. Tem o apoio não apenas da população – em sua maior parte, católica praticante – como do comércio, das empresas sediadas no Distrito e da Administração Regional que se encarregou da infra-estrutura, da limpeza e pintura da Igreja, das flores que ornamentarão a berlinda, além da recuperação das vias constantes do trajeto da procissão.
A festividade tem início no sábado, 2 de dezembro e prossegue até o dia 10, com o arraial em torno da Igreja da Conceição, com a participação dos diversos segmentos existentes no Outeiro, no patrocínio da Barraca da Santa (noitários), bem como, o desenvolvimento de uma programação sociocultural e outras atrações.
De acordo com o padre Jonas Teixeira, pároco do Outeiro, e presidente da Festividade, o Círio de Nossa Senhora da Conceição “é uma expressão de fé e devoção que une o povo de Caratateua em torno da Igreja de Maria, Mãe da Divina Providência, Ela nos faz celebrar a nossa caminhada de muitos anos e, ao mesmo tempo, nos fortalece e nos encoraja a viver a fé e nossa unidade no alvorecer de um novo tempo na história”. (..) “Esperamos sinceramente que a festa deste ano, crie em todos nós, laços de profunda comunhão, de amizade, de acolhida, de conversão do coração, de vivência de uma fé autêntica num perfeito mutirão, O mundo hoje precisa de gente que viva a paz e o amor; antes de pensar em si, tem de pensar nos irmãos como um todo”, observa.
Origens - O Círio do Outeiro teve origem com um casal de imigrantes portugueses, Joaquim e Maria Cortinhas Marques. Procedente dos Açores resolveram adotar a Ilha dos Barrancos – como era conhecida a atual ilha de Caratateua – como seu novo lar, e trouxeram a devoção a Maria. Como não havia capela, desde o início, o casal promovia em sua casa novenas e ladainhas em louvor â Mãe do Céu, duas vezes por ano. Em maio para Nossa Senhora de Fátima; e em dezembro para a Nossa Senhora da Conceição. Em 1932, com a ajuda da comunidade, o casal construiu uma capela de madeira em honra a Nossa Senhora da Conceição.
Após 21 anos de devoção, em 1953, os filhos de Joaquim e Maria resolveram dar seguimento a devoção. Dessa feita, além das ladainhas, e das novenas, também foi realizada uma procissão que constou de uma caminhada de menos um quilometro, após o que, foi celebrada Missa Votiva, e realizado um pequeno leilão.
Essa prática se prolongou até 1970. Nesse ano chegaram ao Outeiro as religiosas pertencentes à Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria, conhecidas como “Irmãs Cordimarianas” – responsáveis pelo Colégio Nossa Senhora de Lourdes, de Icoaraci - que apoiadas pelos devotos e moradores deram continuidade às festas em homenagem a Nossa Senhora da Conceição. Com o apoio do então vigário de Icoaraci, Monsenhor José Maria Azevedo – a quem Outeiro estava subordinado - transformaram a pequena procissão no majestoso Círio, no mesmo formato dos dias de hoje “para que Maria se tornasse, cada vez mais, conhecida e amada pelo povo de Deus.”.
Em 1977 com a cooperação das Agencias Distritais de Icoaraci e Outeiro, foi construída a atual Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no mesmo local da antiga capela (Rua Manoel Barata). A partir de 1981, o Círio passou “a rezar e a viver um tema que ajudasse os fiéis a crescer na fé, na consciência do compromisso batismal e no amor a Maria”. Desde 1986 os temas também passaram a ser ligados aos adotados pela Campanha da Fraternidade.
Até o ano de 1995, o Círio do Outeiro saía da Comunidade de Itaiteua. Em 1994, Outeiro foi elevado à condição de Paróquia dedicada a Nossa Senhora da Conceição. Dois anos após, atendendo aos apelos das demais comunidades que foram se formando ao longo dos anos, ficou estabelecido que o Círio devesse sair cada ano de um bairro-comunidade, próximo da Matriz de modo a contemplar toda a ilha de Caratateua. Este ano Água Boa – o maior bairro do Outeiro - retorna ao privilégio de acolher o início do Círio de Nossa Senhora da Conceição.

Icoaraci mais uma vez na tela da TV Cultura


Daniela Filgueiras, como eu disse dias atrás, uma bela morena de longos cabelos negros, olhos grandes, brilhantes e espertos; dona de uma pele reluzente da cor de jambo e muito inteligente – a foto não está legal devido à transmissão via internet, que não foi das melhores, por isso peço desculpas -, estará mais uma vez apresentando a partir das 14 h deste sábado/2 o programa Bem Pará na tela da TV Cultura - Canal 2, com imagens de Oscar Júnior, auxiliado por Walmir Amoras.
Atendendo a pedidos, o programa de hoje repetirá os dois primeiros exibidos na semana passada e que fez muito sucesso.
No domingo/3, após as cinco da tarde o Bem Pará voltará com a 2ª parte do especial sobre Icoaraci.
Com 60 minutos de duração divididos em três blocos de 20 minutos, o Bem Pará deste domingo vai encantar, tenho certeza, pois exibirá a parte final do programa produzido integralmente em Icoaraci.
O primeiro bloco focalizará Icoaraci e os seus costumes; a parte urbana da nossa mini-cidade, com as praças, as igrejas; a mania dos icoaracienses em usar bicicletas – cada família em média possui duas, uma delas esportiva - e a história do slogan Vila Sorriso com a participação do repórter.
O segundo bloco mostrará aspectos do campo de golfe que existe no bairro do Tenoné, coisa que muita pouca gente sabe... mas vai saber em todos os detalhes, com a narração da Daniela.
O último bloco focalizará a cultura e o folclores da Vila Sorriso, tendo como ponto de referência o tradicional Boi Resolvido.
O especial que está sendo exibido no Bem Pará, vai mostrar aos telespectadores do Pará, do Brasil e das Américas – já que a nossa TV Cultura tem convênio com algumas redes e emissoras da Argentina, Chile, Equador, México e Venezuela, através da TV Educativa do Rio e TV Cultura de São Paulo – aspectos da icoaraciense até então desconhecidos do grande público, como o seu povo, a história, o dia-a-dia, artesanato, cultura, turismo, folclore além da gastronomia. O programa foi produzido e editado em equipamento digital não linear de última geração, que fornece uma imagem perfeita, cinematográfica.
Tudo sob a direção da produtora Moema Mendes.
O programa foi gravado com câmeras digitais no dia 12 de outubro, Dia da Criança.
A equipe comandada por Daniela Filgueiras passou o dia em Icoaraci comendo tapioquinha no Cruzeiro, tomando açaí "na Primeira rua" e comendo pão bombeiro - de fabricação caseira no bar do “Seu Wilson” em frente aqui de casa, na Travessa Itaboraí. Tanto gostou que levou um monte para comer em casa.
Portanto - todo mundo atento e sintonizado no Canal 2 da TV Cultura, hoje às duas da tarde e amanhã, domingo, as cinco. Espero que a exemplo primeiro programa, a audiência seja total, totalíssima, totalicíssima, como dizia o finado comunicador Almir Silva.
A turma fora de Belém e do estado pode acompanhar pela internet: www.portalcultura.com.br

Confiram.