8/26/2006

Telma, Contadora


Logo mais às 19 h, no Salão Atlântico Sul, do Hotel Sagres – um dos mais chiques da cidade – a senhora Telma Maria Sebastiana Menezes da Silva, a minha Telma Menezes, estará recebendo das mãos do Senhor Roberto Marques de Souza Rodrigues, diretor executivo da Faculdade de Estudos Avançados do Para (FEAPA) o grau de Bacharela em Ciências Contábeis, culminando com um esforço de quase cinco anos.
Telma integra uma turma de 41 alunos que a partir de agora ingressa na vida profissional.
Telma mereceu esse galardão.
Ao concluir o curso de Técnico em Administração pelo antigo Colégio Estadual Avertano Rocha (Icoaraci), tentou o vestibular. Não deu.
Dois anos após tentou novamente. Também não deu.
Ingressou na vida profissional exatamente num escritório de Contabilidade, onde aprendeu todo o bê-á-bá da profissão.
Posteriormente transferiu-se para um outro escritório onde, praticamente, consolidou a profissão.
Porém faltava a técnica superior e o grau.
Fez um novo vestibular. Foi traída por uma prova perversa.
Preparou-se mais uma vez.
Surgiu uma nova faculdade em Belém. Telma se inscreveu no vestibular. Dessa feita conseguiu a sua vaga que foi festejada não apenas por mim, mas todos os parentes e amigos.
Começou o sufoco. Aulas todos os dias, provas, trabalhos, experiências, pesquisas, exigências naturais de uma grande escola superior voltada para o presente com olhos no futuro, de acordo com o pensamento de seu criador, Roberto Rodrigues.
Finalmente os dois últimos semestres, estágio e o TCC - Fluxo de Caixa como Ferramenta de Gestão às Microempresas, que deu muito trabalho e que foi brilhantemente defendido - e a colação de grau. A consublimação, a recompensa de todo o sacrifício, das lágrimas, da ansiedade e das dores de cabeça.
Roberto Rodrigues pensou em criar uma escola superior que pudesse gerar e disseminar o conhecimento científico, tecnológico e cultural, visando à formação de profissionais empreendedores, éticos, críticos e comprometidos com o bem estar social e o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Telma e os seus colegas participaram (e participam) desta realidade.
Mercúrio deve estar feliz.
Mercúrio, um deus da mitologia romana, filho de Júpiter,- o mensageiro de todos os deuses, em razão de sua grande agilidade, simbolizadas pelas duas asas que ladeiam seu capacete e de dispor da confiança da máxima divindade. Além disso, Mercúrio era tido como o deus inventor da Escrita Contábil e, portanto, patrono da Contabilidade - certamente guiará e protegerá a sua nova pupila.
Ela, por sua vez, saberá honrar o caduceu - bastão de ouro que Mercúrio usava, - essa figura acima que abre este texto - e tal como o patrono, proteger as riquezas com a sabedoria adquirida, razão e com ética.
Eu fui citado no TCC da Telma, já que fui sempre presente, a acompanhei e torci por ela nesses quatro anos.
Ela não esqueceu
Sinto-me muito orgulhoso e gratificado.
E, em nome da nova Contadora - que receberá o seu grau dentro de algumas horas-, manifesto publicamente o reconhecimento e os agradecimentos, não apenas da Telma, mas de toda a família, pelo esforço, paciência; sobretudo pelo empenho, interesse e dedicação dos seus Mestres.
Primeiramente ao Professor, Doutor e Mestre Dr. Msc. Koki Ono, presidente do Colegiado de Ciências Contábeis da FEAPA e seu orientador de TCC – o melhor presente que a Universidade de São Paulo deu a Belém do Pará/via FEAPA -; e aos professores do Colegiado: Msc. Dinaldo do Nascimento Araújo; Msc. Gesson José Mendes Lima; Esp. Irani de Fátima Silva Contente; Msc. Manoel Raimundo Santana de Farias; Msc. Maria Cristina Bessa de Brito Coelho; Esp. Petrônio Lauro Teixeira Potiguar JuniorEsp. Ticiante Lima dos Santos e Esp. Tatiana Fabricia Vasconcelos Pinheiro da Silva.
Agora Telma pode dizer com o apóstolo dias antes de se encontrar com o Criador. Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé (II Timóteo – Capítulo 4, Versículo 7).
Mas, para Telma, a carreira não acabou. Agora que começou.
Que mais posso dizer para Telma, senão, que você exerça a sua profissão com responsabilidade e transparência, respeitando as normas éticas e os interesses coletivos, em defesa da eqüidade e da justiça, na apuração correta da distribuição da riqueza, concorrendo para que o seu trabalho possa ser um instrumento de controle e orientação útil e eficaz para o desenvolvimento da sociedade e o progresso do país, - tal qual o juramento que prestará diante da sociedade.
Eu sei que fará tudo isso.
Eu a comunidade de Icoaraci confiamos em você.
Como sempre.

Parabéns Telma

8/20/2006

Jornal do Feio. Sete meses no ar


Hoje este Blog completa sete meses dias no ar.
Surgido de uma sugestão do meu irmão Ricardo de São Paulo – que, primeiramente me inscreveu no Orkut – para que criasse um espaço para escrever o que bem entendesse.
O Blog teve a acolhida gentil e simpática do Google.
E às 12:00 do dia 21 de abril surgia no universo da internet – o Jornal do Feio.
Resolvi dar um norte para este espaço: Pessoal, Icoaraci, Outeiro, Cotijuba e arredores, - onde convivo toda a minha menos os 15 anos que passei no Rio de Janeiro -, Jornalismo, Prefeitura de Belém, que me acolhe há quase 20 anos, além de variedades eventuais.
Abri espaço, também para quem desejasse escrever, expor as suas opiniões dentro de um critério ético, claro.
A pouco tempo criei o Posta Restante onde respondo as perguntas feitas por e-mail.
Nem todas, bem entendido; somente as que julgo mais interessantes. Normalmente publico (e respondo) de três a quatro perguntas. Faço questão de publicar o nome do amigo que me escreve e sua origem. Nunca o endereço.
No e-mail de apresentação que enviei a todos os componentes da minha lista de amigos, eu disse:
“Cedi à tentação e criei o meu proprio blog, que está no AR desde ao meio dia de hoje, sexta-feira, 21.
Gostaria que vc me prestigiasse acessando-o e participando com notícias, notas, comentários, críticas e sugestões.
O Jornal do Feio, como se chama, ñ é meu.
É todos os amigos.
Disponham.”
E como disse, continua sendo de todo o mundo.
O meu colega Joaquim Antunes diz que tem sete leitores.
Eu tenho um pouco mais, 25 – abstraindo os parentes, do restante do Estado, da Bahia, de Belo Horizonte, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul (Porto Alegre e Pelotas) – que quase todos os comparecem nos meus e-mails.
Tudo isso me dá a certeza que o Jornal do Feio conquistou o seu público
Isso é bom.
Vamos em frente. Com o apoio de todos, claro.
Os e-mails são os mesmos:

aldemyrfeio@belem.pa.gov.br e/ou aldemyrfeio@oi.com.br

8/19/2006

Posta Restante


"....assim, tenho a impressão que a nossa Icoaraci está muito mal servida de candidatos. Quando estão em campanha prometem mundos e fundos. Quando estão lá em cima se esquecem de quem os botou lá, sem exceção; eles além de embromarem fazem ouvidos de mercador. É mais fácil se conseguir algo com político (vereador) que não é daqui de Icoaraci, do que os filhos da filhos da terra ou agregados eleitos por aqui...”

Josué Benedito de Castro
Passagem John Engelhard
Rodovia Arhur Bernardes


Obrigado pela atenção.
Como disse no e-mail que enviei, este espaço não trata de política. Nem prol e nem contra. Também não tem candidatos; no entanto está aberto a todos.
Quanto aos atendimentos... acho que o amigo tem razão: santo de casa não faz milagre!...

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A Telma se formou? Você disse que ela iria se formar este mês. Quando iremos tomar os drinques?

Eulália da Silva Ceni
Bairro: Água Cristalina
Outeiro

Telma recebe o diploma no próximo sábado/26, no salão de festas e recepções do Hotel Sagres. Na quarta-feira/17, ela participou juntamente com a sua turma da Celebração Eucarística em Ação de Graças, na Igreja da Santíssima Trindade, sendo celebrante o padre Dilermando Freitas, pároco de Fátima.
Foi uma cerimônia muito bonita.
Hoje/19, ela defendeu na FEAPA, diante de Banca Examinadora, de alto nível, o seu TCC. Agora só falta mesmo o canuto de papel e correr para o abraço.
Eu tenho muito orgulho dessa rondoniense que escolheu o Pará, Icoaraci para viver.
Quanto aos drinques...só na festa no Golden Palace, em setembro.

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... E o mestre Cardoso? Você o conheceu? Não vai fazer uma reportagem sobre ele?

Helenise dos Santos Pádua
Estudante – Avertano Rocha (Avertanão)

Raimundo Saraiva Cardoso, eu o conheci bastante.
A primeira reportagem sobre quem fez fui eu, na antiga Folha do Norte, nos anos 60. Ele era da Vigia. Foi aluno de Antônio Farias Vieira - o Cabeludo, que está fazendo aniversário de morte agora em setembro - onde aprendeu tudo sobre artesanato.
Como bom aluno desenvolveu em muito os conhecimentos adquiridos.
Era conhecido em todo o mundo. Foi imortalizado por Hélio Gueiros que deu o seu nome ao Liceu de Icoaraci.
Em breve farei um material sobre velho amigo. Ele morreu no dia 10 abril deste ano com 76 anos.
Deixou uma lacuna difícil de ser preenchida.

8/17/2006

Duciomar sempre foi amigo de Cotijuba


Duas pessoas – cujos nomes por questão de coerência e discreção prefiro não divulgar – enviaram-me e-mails perguntando se eu “que sabe tudo sobre Icoaraci, Outeiro e Cotijuba”, estava por dentro da Lei que trata da circulação de veículos em Cotijuba. Os dois amigos se basearam numa
nota que foi publicada no Diário do Pará, na semana passada, já que pintaram candidatos tentando confundi-los, assim como, os eleitores da ilha.
Estou por dentro, sim. Vamos aos fatos, por partes.
Em setembro de 1995, dentre os muitos trabalhos apresentados pelo então vereador Duciomar Costa destacou-se um projeto de lei que proibia a circulação de veículos em Cotijuba. Apenas veículos de tração animal eram permitidos.
O projeto foi aprovado à unanimidade e sancionado pelo prefeito Hélio Gueiros.
Eis o texto:
LEI N° 7.768, DE 02 DE OUTUBRO DE 1995
Estabelece normas quanto à circulação de veículos motorizados na Ilha de Cotijuba e dá outras providências.
A CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1°. É vedada a circulação de veículos motorizados na Ilha de Cotijuba sem autorização da Administração Pública Municipal.
Parágrafo único. Somente veículos motorizados que prestem serviços de saúde, proteção policial, produção e escoamento agrícola são autorizados a trafegarem pela ilha.
Art. 2°. Esta Lei entre em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM, 02 de outubro de 1995.
Hélio Mota Gueiros
Prefeito Municipal de Belém

Dizem os remetentes que a nota do Diário afirma que essa lei (acima), recentemente, foi flexibilizada. Agora, motos também são permitidas, ali. A mudança ocorreu depois que a área de saúde da PMB constatou que 90% dos cavalos que puxam charretes na ilha estão anêmicos.
Não tomei conhecimento, portanto não posso comentar.
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Pois bem. Um ano antes - 1994 - buscando melhorar a qualidade de vida dos habitantes da ilha de Cotijuba, através de várias frentes de trabalho. A Secretaria Municipal de Economia (Secon) concluiu um estudo que diagnosticou as atividades econômicas da ilha.
Um deles era a o problema de transportes na ilha, já que havia uma grande preocupação quanto à preservação da fauna e da flora de Cotijuba. Com base nisso, o gestor implantou na ilha no dia 05 de novembro de 1994 um sistema de transporte de charretes semelhante ao adotado na ilha de Paquetá (Rio de Janeiro). Em Paquetá só existem os carros de coleta de lixo, bombeiro ou ambulância, o transporte é feito por bicicletas ou charretes com tração animal. Vieram - novinhas em folha e cheirando à tinta fresca - de Santa Catarina, quatro charretes em estilo colonial e seis cavalos – adquiridos em fazendas próximas de Belém – e foram levados para Cotijuba. O serviço de charrete funcionou normalmente em toda a gestão de Hélio Gueiros transportando moradores e turistas na ilha. Elas estavam sob os cuidados das associações de produtores e moradores de Cotijuba.
Naquela ocasião o prefeito afirmou que preferiu entregá-las às associações do que deslocar de Belém toda uma equipe da Prefeitura para realizar esse serviço de locomoção em Cotijuba. “As associações são as maiores interessadas na boa utilização destas carruagens. Acredito que na mão delas nós estaremos melhor servidos”, avaliou Hélio Gueiros.
Após a administração Hélio Gueiros, igual à Conceição de Cauby Peixoto, ninguém sabe ninguém viu mais as charretes. Até maio do passado, quando me transferi do Outeiro para o Gabinete do Prefeito, só existia uma charrete funcionando a tipo precário; e um cotijubense dizia ser de sua propriedade, assim como um dos cavalos.
Os outros cinco sumiram.
Só que as charretes pertencem ao povo de Cotijuba. Não consta que o ex-prefeito Hélio Gueiros tenha vendido ou dado de presente o equipamento para somente um morador.
Quando Duciomar Costa se elegeu e assumiu a Prefeitura de Belém, numa matéria publicada no Jornal das Ilhas de Outeiro, eu dizia que novo prefeito além dos muitos desafios, teria um outro de grande importância e responsabilidade: transformar Cotijuba, devolver-lhe o encanto de antanho e transformá-la definitivamente, em Ecotijuba.
Pelo que se vê ele não está decepcionando.
Quando a uns & outros que só aparecem em época de eleição – mesmo sendo da área – contando lorotas, o povo e vocês que gentilmente me acionaram, não devem tomar conhecimento, não acreditem em papo furado. Dê-lhes o troco no dia 1º de outubro.

8/12/2006

José Croelhas cumprimenta Telma Menezes


O agente distrital de Icoaraci, economista e microempresário José Santos Croelhas, muito gentil, enviou telegrama a Telma Menezes – esposa do repórter – por sua formatura em Contadora pela FEAPA.
Aliás, a turma pioneira da faculdade da rodovia Augusto Montenegro – Benguí.
Eis o teor da mensagem:

“Na qualidade de agente distrital de Icoaraci, é-me sumamente grato cumprimentar a prezada amiga por sua formatura em Contadora pela Faculdade de Estudos Avançados do Pará – FEAPA. O seu amor aos livros, aliado à força de vontade e sua tenacidade contribuíram, tenho certeza, para essa importante conquista na sua vida. Parabéns e felicidades. O povo de Icoaraci, que represento, está orgulhoso de você.

José Croelhas.”

▬“Escola Bosque do Outeiro ressurgirá das cinzas"


No final de abril do ano passado, eu publiquei nos jornais de Belém - eu era Assessor de Comunicação Social da Administração Regional do Outeiro- , a matéria abaixo. Como o prefeito e escritor Duciomar Costa ressuscitou a Escola Bosque, e pretende transformar Cotijuba em uma estação de eco-museu, tornando realidade um antigo sonho do ex-prefeito Hélio Gueiros, acho que vale a pena republicá-la – com as devidas ressalvas –

Essa afirmação é da professora Rita Nery, consultora da Secretaria Municipal de Educação (Semec) ao participar de uma audiência sobre Educação promovida pelo Capra, um conselho que congrega as entidades e associações que funcionam naquele distrito, realizada no auditório da Escola Bosque. O encontro que reuniu os dirigentes das escolas públicas do Outeiro (estaduais e municipais), líderes comunitários e representantes do Sindicato da Educação (Sintepp), passou em revista a situação e os problemas que afligem esses estabelecimentos. Uma vez equacionados e sistematizados, serão apresentados ao Estado e Município como forma de colaboração.
Sem inauguração – Dentre os muitos problemas apresentados um chamou a atenção. Refere-se à Escola Municipal Helder Fialho, do bairro da Brasília. Ela funciona há quatro anos e nunca foi efetivamente inaugurada pela Prefeitura.
De acordo com a diretora Professora Lecy Barbosa – e seguindo uma prática adotada desde a primeira investidura da professora Terezinha Gueiros na Semec, durante a gestão Hélio Gueiros, segundo a qual, os diretores das escolas municipais sejam indicados pela comunidade - a antiga administração municipal nunca aceitou a sua eleição para o cargo. A Semec apostava numa outra candidata, todavia, a comunidade optou por seu nome.
Desde então a escola começou a sofrer represálias de toda espécie; as salas de aula eram utilizadas para reuniões político-partidárias, e no final sempre apareciam equipamentos danificados ou quando não sumiam. A escola foi entregue à própria sorte; e até mesmo a sua recuperação se deve ao apoio da comunidade que arregaçou as mangas, e juntamente com a equipe de Lecy deu um novo colorido ao prédio.
Escola Bosque - A professora Rita Nery – atual consultora na Semec e que representou a titular, professora Terezinha Gueiros – em sua fala explicou que, lamentavelmente, a Escola Bosque nesses oito anos foi totalmente descaracterizada e sucateada, em todos os aspectos. Ela lembrou que a construção da Escola Bosque partiu de uma idéia do sociólogo Mariano Klautau de Araújo. Meses após a posse do prefeito Hélio Gueiros, ele esteve com a professora Terezinha Gueiros levando em mãos o projeto da Escola-bosque, de sua autoria com o apoio da comunidade do Consilha – Conselho das Ilhas do Outeiro. Terezinha o aconselhou que procurasse Rita Nery, à época, Diretora de Ensino da Semec.
A educadora achou o projeto surpreendente aconselhou a professora Terezinha Gueiros que o aprovasse junto ao prefeito. Logo após foi criado o Centro de Referência em Educação Ambiental – Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira, numa homenagem ao professor recentemente falecido, entusiasta em meio ambiente.
A comunidade participou ativamente das demarches para a desapropriação da área onde foi construída a Escola Bosque - Avenida Nossa Senhora da Conceição esquina com a Rua Manoel Barata – Bairro de São João do Outeiro.
O projeto da Escola Bosque aprovado pela Câmara Municipal diferia das demais escolas do município. Era um centro de referência de alto nível, Tanto que os professores selecionados possuíam pós-graduação, e ganhavam um pouco mais do que os seus colegas da rede municipal de ensino; e os alunos selecionados passavam o dia na escola em atividades escolares e extra-escolares voltados para o meio ambiente, com direito a almoço O sucesso foi tanto que houve necessidade da criação de seis anexos na área do distrito do Outeiro, inclusive nas ilhas de Jutuba I e Jutuba II, em frente ao Cotijuba.
Rita explicou que tudo foi pensado. As salas de aula da Escola Bosque no formato octogonal – com oito lados – foram concebidas de modo a não cansar o aluno, assim como, despertar-lhe a criatividade. O auditório foi construído de forma triangular não para somente servir de palco de encontros e eventos. como também para a apresentação de peças teatrais e até mesmo óperas. Nada foi esquecido, inclusive a acústica.
A Escola Bosque tornou-se famosa como centro de referência em educação ambiental e ganhou prêmios e menções honrosas fora do Brasil, na Argentina, Chile Equador, Guatemala e no México.
Futuro - A administração Duciomar Costa juntamente com a professora Terezinha Gueiros pretendem restaurar totalmente a Escola Bosque. Tudo será feito de forma que ela que retorne às finalidades iniciais de referência em Educação Ambiental, com menos alunos e um corpo docente de alto nível entre professores, engenheiros florestais e técnicos em turismo.
Alem disso, segundo Rita Nery, a Prefeitura de Belém tem planos ousados para a Escola Bosque. “Ela vai ressurgir das cinzas”. Será transformada no Centro e Desenvolvimento Insular, não apenas como referencial de Educação Ambiental como também de centro de irradiação de turismo com a participação total da Comunidade. Como se não fosse bastante, dentro da expansão da Escola Bosque, a atual administração pretende recuperar totalmente as ruínas do antigo Educandário Nogueira de Faria (Cotijuba) e transformá-lo num centro de cultura e lazer. O local será a Central de Desenvolvimento das ilhas, um projeto a ser desenvolvido pela atual administração municipal num futuro próximo.
E isso não vai demorar garantiu a educadora.

8/08/2006

Parabéns, Mauro Neto

Foto
Foto:Waldemar Carvalho



Mauro Mendonça Vieira Neto - esse é o nome do artista aí da foto, Gerente de Relações com a Imprensa da Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Belém que hoje – a gente entrega - completa 32 “risonhas primaveras”.
A trajetória do Mauro é simples. Da Pratinha – à época não havia divisões, Pratinha I e Pratinha II -, onde nasceu e cresceu, para o mundo.
Desde pequeno o irrequieto garoto filho do Seu Daniel e da Dona Maria Emilia já tinha “queda” para jornal... Anos mais tarde esse anelo tornou-se realidade: Mauro formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará.
Repórter experiente, já trabalha há muito tempo no grupo O Liberal onde passou no crivo do Walmir Botelho. Atualmente, está respondendo pelo caderno Mercado, depois de passar pela chefia de reportagem de O Liberal, onde, diga-se de passagem, deixou saudades e para cujo cargo, se dependesse dos profissionais da redação, já teria retornado.
Ao deixar a Chefia de Reportagem assumiu a Editoria de Polícia, de onde saiu para editar o caderno Mercado.
Também já trabalhou no Diário do Pará.
Por onde passou, Mauro Neto – como se identifica – deixou saudades e mostras da sua competência.
Como chefe, o Mauro tem uma característica marcante. Ele sabe congregar o grupo, sabe distribuir tarefas, evita ao máximo sobrecarregar as equipes; é camarada, compreensivo, defende os colegas e age com bom senso. Mas, também, sabe cobrar e, se necessário, o faz com rigor.
Bem humorado, tem muitas histórias de reportagem para contar! Também tem histórias cômicas da Pratinha. Ele não é empolgado com cargos de chefia, sendo, como se diz no popular, pau para toda obra. Não tem medo de trabalho. Gosta de enfrentar desafios.
Tem talento, o cara!
Na Comus/PMB, há pouco tempo, tem dando demonstração de tudo isso que eu falei.
Há meses por motivos profissionais deixou a Prefeitura; todavia, a direção geral não ficou quieta enquanto não o trouxe volta para a felicidade geral da nação, digo, do Núcleo de Imprensa.
Regozijados pela magna data, os colegas de Mauro organizaram uma café da manhã para ele.
É uma forma de lhe dizer o quanto o quanto lhe querem bem.
Parabéns, Mauro Neto.
Muitas Felicidades.
Muitos anos de vida
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* Meus agradecimentos ao Dilson Pimentel e a Fernanda de Oliveira